The incredible Hulk/ As crônicas de Nárnia- Príncipe Caspian.

quarta-feira, 18 de junho de 2008 - 04:45



Gente. Já não é novidade pra ninguém mais essa minha mania por cinema, por filme. Já estava na hora de eu começar a escrever sobre as minhas opiniões de tudo o que eu assisto, e olha que não é pouca coisa.

The incredible Hulk.






Nesse sábado eu fui assistir o novo filme do Hulk. Claro, fui só pra fazer companhia ao namorado, logo ele que sempre vê os filmes de drama comigo sem reclamar. Daí né, ele merecia que eu fosse. Chegando lá, EU ME ESPANTEI. O FIL-ME É BOM MES-MO. Muito, assim, de-mais. Ele se passa bastante no Brasil, mais especificamente na favela da Rocinha. O legal é que nesse filme, o cientista Bruce Banner consegue transpor-se ao que lhe domina nos momentos de raiva, quando o ácido gama lhe toma por completo, inundando as suas hemáceas, ou seja, ele consegue dominar o Incrível Hulk. O filme passa-nos que até então, o Sr. Banner e o Hulk eram pessoas diferentes habitáveis no seu inconsciente, porém, agora eles são apenas uma pessoa, e o principal, para fazer o bem!



Tudo isso se dá, pelas pesquisas de um outro cientista que deseja ajudá-lo e também, é claro, pelo amor, quando ele começa a reconhecer sua amada.




Ah! E pelas técnicas de respiração que ele vai aprendendo com a capoeira no Brasil. Foi suuuper legal ver grande parte do filme as pessoas falando português, a nossa querida Biju da antiga novela das 8.


Vale a pena assistir.
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As crônicas de Nárnia- Príncipe Caspian.


Num misto de realidade e fantasia que vemos esse filme. Engraçado que eu observava as pessoas ao lado assistindo ao filme, e elas não estavam encostadas na cadeira, calmas. Muitas tinham as mãos pregadas na testa, com a síndrome das pernas frenéticas, de tanta emoção que o filme causa. Não vou contar em detalhes a história, pois quem ama filme assim, detesta que lhe dêem detalhes. Os efeitos são muuuuuito bem feitos, e a história muito bem elaborada. Não vi erros de coerência, como nos outros filmes do gênero.

Vale muuuuito a pena!

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Loxosceles.

segunda-feira, 16 de junho de 2008 - 09:24



Introdução
As aranhas do gênero Loxosceles são notavelmente adaptáveis em ambientes antrópicos, onde o clima é mais estável. Presas em grande quantidade e, em contrapartida, menor quantidade de potenciais competidores e predarores, causando assim, um número alto de acidentes. No estado do Paraná, onde são observadas quatro espécies, observa-se em termos mundiais, um elevado número de acidentes. Por encontrarmos uma certa proximidade entre a cidade de Rio Branco, onde ocorrem inúmeros casos de acidentes lexoscélicos, e capital do Estado torna-se necessário uma análise de levantamento das espécies e a verificação das ocorrências na área rural e urbana no município de Rio Branco do Sul.



Material e Métodos
O estudo foi realizado no período de março a maio de 2007. Com o mapa do município de Rio Branco em mãos foram traçados as regiões de coleta, Cada ponto foi escolhido foi registrador por GPS. No mínimo utilizaram-se duas casas como amostragem em cada ponto, onde eram analizados, telhas, tijolos, objetos encostados nas paredes e frestas.



Resultados e Discussão
Foram amostrados ao todo 45 ambientes e registradas 3 das 4 espécies catalogadas. Os dados do estudo presente evidenciaram uma maior concentração da espécie Loxosceles intermedia, a qual ocorreu em diferentes substratos.


Conclusão
A distruibuição do gênero Loxosceles no município de Rio Branco apresenta semelhanças a capital do Estado, Curitiba, subisidiando a hipótese de que a distuibuição do gênero está mais relacionado com as características das espécies do que com a características estruiturais do ambiente.



ASUHDIUASHIDASUDSAD, Adoreiiii. :D

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Gnomos, fadas, duendes.

quarta-feira, 11 de junho de 2008 - 05:53



Dormindo de lado, como sempre fazia. O relógio despertou as 11 do dia de sábado. Sim, mesmo acordando tarde, prefire por para despertar, pois se deixar segue em coma até as 15, descontando todo o sono da semana. Como de costume abriu os olhos, e olhou o chão. Olhou a cadeirinha que sua vózinha já falecida a deu com tanto carinho, para brincar de escritório. Uma mini poltroninha. Olhou ao redor, mirou o chão, e ficou viajando inerte no sonho um tanto quanto secreto, aproveitando aquela situação maravilhosa que só uma noite de sexta para sábado proporciona. Algo a intrigou. Bem do lado da sua cama, perto da vela e do incenso já todos queimados, estava ela. Um elfo, mais especificamente uma elfa. Tinha o mesmo rosto, sorriso, que o seu, ou seja, era ela em forma de elfo. Pele, cabelos, cor dos olhos e roupas verdes, a qual deu um sorriso extremamente fixou-se nela e deu um sorriso extremamente sapeca, parecendo saber que eram a mesma pessoa em formas diferentes.
Não acreditou no que viu. Ainda mais que dias atrás ria freneticamente da declaração da Xuxa: - "Eu acredito em Duendes, pois já vi um."


Piscou os olhos, na tentativa de olhar melhor e ter certeza do que via, ou seja, focar melhor o objeto cosmo-universo que lhe estava tanto causando espanto.

Nessa de piscar, perdeu-a. E ela se desfez sumindo em uma brisa de purpurina verde e furta cor.


A distância entre o tempo de abrir os olhos e a elfa sumir foi de no máximo 10 segundos. Tal rapidez e intensidade do momento, fez com que jamais se esquecesse desse dia.

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Meu Poema preferido não poderia faltar aqui.

quarta-feira, 28 de maio de 2008 - 05:45


Leito de folhas verdes

Por que tardas, Jatir, que tanto a custo
À voz do meu amor moves teus passos?
Da noite a viração, movendo as folhas,
Já nos cimos do bosque rumoreja.

Eu sob a copa da mangueira altiva
Nosso leito gentil cobri zelosa
Com mimoso tapiz de folhas brandas,
Onde o frouxo luar brinca entre flores.

Do tamarindo a flor abriu-se, há pouco,
Já solta o bogari mais doce aroma!
Como prece de amor, como estas preces,
No silêncio da noite o bosque exala.

Brilha a lua no céu, brilham estrelas,
Correm perfumes no correr da brisa,
A cujo influxo mágico respira-se
Um quebranto de amor, melhor que a vida!

A flor que desabrocha ao romper d'alva
Um só giro do sol, não mais, vegeta:
Eu sou aquela flor que espero ainda
Doce raio do sol que me dê vida.

Sejam vales ou montes, lago ou terra,
Onde quer que tu vás, ou dia ou noite,
Vai seguindo após ti meu pensamento;
Outro amor nunca tive: és meu, sou tua!

Meus olhos outros olhos nunca viram,
Não sentiram meus lábios outros lábios,
Nem outras mãos, Jatir, que não as tuas.
A arazóia na cinta me apertaram.

Do tamarindo a flor jaz entreaberta,
Já solta o bogari mais doce aroma
Também meu coração, como estas flores,
Melhor perfume ao pé da noite exala!

Não me escutas, Jatir! nem tardo acodes
À voz do meu amor, que em vão te chama!
Tupã! lá rompe o sol! do leito inútil
A brisa da manhã sacuda as folhas!

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Olho por olho e o Mundo ficará cego.

quarta-feira, 21 de maio de 2008 - 04:39





(olhar cego)



Tornou-se muito comum escutar a expressão: "Eu sempre dou o troco na mesma moeda", e coisas do gênero. Incrível a quantidade e diferentes classes sociais que usam este termo ainda.

Apesar dele parecer a perfeita descrição de justiça, de esperteza da pessoa ofendida, ou de reação rápida causada por uma ação sempre ofensiva, só consigo me lembrar da Lei de Hamurabi, ou código de Hamurabi. Ele baseava-se na Lei do Talião, Talião proveniente do latim que significa Tal, Tal qual, Igual. Logo, se você tivesse seu irmão morto, a pena do assassino seria ver seu irmão morto, logo em seguida ele morreria.

Porém reflito se uma Lei usada a 1.700 A.C. pode ser gritada com tanto orgulho assim nos 2008 D.C. Não vejo nada além do que um completo atestado de pensamento retrógrado.
Hoje não vou falar sobre meu pensamento sobre isso, deixo apenas essa pergunta.

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Ambicionar.

terça-feira, 13 de maio de 2008 - 05:07



Já não é de hoje que me pergunto nos meus mais sinceros momentos reflexivos. O que será que é sonhar?

Por que as pessoas dão nomes aos sentimentos e nós por tradição precisamos aceitá-los mesmo que essas definições não caibam perfeitamente para o que verdadeiramente sentimos.


Depois de tudo que consegui, analisando eu percebi que eu NUNCA SONHEI. Eu simplesmente ambicionei. Nem sei se essa palavra existe, se ela existir deve ser pouquíssimo usada, pois eu nunca a escutei.


Tudo na minha vida é assim, eu ambiciono, coloco meu pensamento fixo nisso, e eu consigo. Claro, muitas vezes é difícil, arrisco em dizer que quase todas as vezes foi difícil.


Sonhar é muito vago, irrealista. Existem até várias expressões para isso: Pare de sonhar! Como quem diz: pára de pensar besteiras, isso não vai acontecer nunca.


Nunca desista de seus sonhos também soa muito utópico, não?!


Portanto, se eu pudesse lhes dar um recado, seria: PAREM DE SONHAR, AJAM, AMBICIONEM, coloquem todas os pensamentos nisso, se vocês assim desejarem.

Só quando vocês verem aquilo que era imposível realizado, assim como eu estou vendo tudo tão claro e concreto agora, sentirão como isso jamais poderá ser um sonho. Sonho é muito abstrato.

A diferença do sonho e do pesadelo pra mim sempre serão os acontecimentos.

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Padre voador.

quarta-feira, 30 de abril de 2008 - 08:20



"Fiéis rezam 24 horas para encontrar padre desaparecido
Paróquia São Cristóvão está aberta desde o desaparecimento do padre Adelir de Carli.Padres da Diocese de Paranaguá se revezam para celebrar missas diárias na cidade."


Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL446081-5598,00-FIEIS+REZAM+HORAS+PARA+ENCONTRAR+PADRE+DESAPARECIDO.html


Imensurável minha indignação comparado a quaisquer pessoa sobre esse fato do padre baloeiro. Como se não bastasse ele ser expulso da "escola" por atrevimento, comprometimendo com os colegas arriscando-os em situações perigosas, adjetivos dados a ele pelo seu próprio professor que corretamente o baniu da escola.


Depois ele realiza o fato inédito e heróico de voar, sabendo das péssimas condições do vento. Não obstante, ele comete o vôo/suicídio de se equiparar com um gps ( me pergunto de onde veio esse dinheiro, dízimo talvez?) para SEM SEQUER SABER USÁ-LO.


Ainda sim, com toda essa brincadeira inconseqüente ele comove centenas de fiéis para rezar por ele?

Mas que pessoa pequena, indigna de preocupação, quanto mais reza!


Claro, que embora não católica, não sou considerada anti- católica. Respeito e admiro alguns dos trabalhos dessa Igreja, como as carmelitas enclausuradas, onde uma vez recebi uma explicação de uma noviça que estava para receber os votos, dizendo:
- Nós Carmelitas, rezamos, vivemos para Deus. Existem pessoas que nasceram para servir aos homens, como todas as profissões: médicos, pedagogos, etc... Nós nascemos para servir a Deus. Onde um obreiro de Deus não chega para consolo dos pobres, onde a caridade não chegar, a reza de uma Carmelita lhe chegará para acalantar seu sofrimento.


Termino aqui, transcrevendo uma citação da minha mãe, diga-se de passagem católica fervorosa e freqüente assídua às missas dominicais:
-É, minha gente, se ele queria ficar mais perto de Deus, ele conseguiu...

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